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MTV News entrevista Alex GaskarthData: 30 de Junho de 2009Fonte: MTV.com Tradução: Carol All Time Low: "Nós somos uma banda de estilo" Muitas pessoas escrevem coisas ruins sobre All Time Low, seja criticando seus vídeos zoados escrevendo coisas do tipo "o único jeito de esse vídeo ser mais ofensivo seria se eles usassem blackface (maquiagem usada para zombar de negros)" ou escrevendo que suas musicas são mais um pop-punk genérico escrito por quatro caras com cortes de cabelo estilosos. O vocalista Alex Gaskarth já leu (e ouviu) tudo, e até concorda com a maioria, mas ele esta mais do que disposto a mudar a opinião das pessoas. "Nós somos uma banda 'estilosa', com certeza. Fomos jogados nesta categoria, mas o que muitas pessoas não percebem é que estamos fazendo isso desde o primeiro colegial." Gaskarth contou para a MTV news. "Este é o nosso sexto ano como banda. Nós percebemos isso e decidimos nos esforçar juntos para tentar sair do padrão." "Esse foi sempre o objetivo desta banda. Nós admitimos ser uma banda movida pela imagem... mas isso nunca foi intencional, e isso é o que faz essa banda ser diferente das outras bandas 'estilosas'", ele continuou. "Aqueles caras são contratados pela aparência e não pelas suas musicas. Nossa banda foi contratada porque tínhamos musicas... e por isso, eu realmente acredito que em tudo que fazemos nós tentamos sair do padrão e provar que aqueles que falam mal de nós estão errados." E é exatamente isso que o ATL está tentando fazer em Nothing Personal, o terceiro CD da banda (7 de Julho nas lojas dos EUA). Feito com produtores de grande nome e currículos extensos (Matt Squire, Butch Walker, David Bendeth, S.A.M & Sluggo), o álbum esta repleto do mesmo tipo de letras afiadas e refrões que "grudam" que fizeram com que o CD passado, So Wrong, Its Right, fosse tão sensacional e popular (e fazendo com que ATL ganhasse o titulo de melhor banda na revista Alternative Press), mas o CD novo também mostra uma nova maturidade e profundidade: a musica "Too Much" é bem calma, com vocais duplos que flutuam pelo blip-scape, e a última musica do CD, "Therapy", é como se você estivesse acordando de um pesadelo enquanto a musica cresce até chegar ao climax. É o tipo de "equilíbrio" entre o sério e o engraçado que muitas bandas focadas na imagem tentam atingir a anos, sem grande sucesso. Mas o principal é: o ATL conseguiu atingir o equilíbrio com perfeição. "Foi legal sair um pouco do pop-punk que crescemos fazendo... é legal tentar mudar um pouco. Para ser sincero, nós escrevemos o álbum com isso em mente," Gaskarth disse. "É preocupante quando você vê todas essas novas bandas surgindo e sendo contratadas; esse é o modo como essa indústria na qual vivemos se move... Então, nós percebemos isso e então pensamos, 'O que podemos fazer desta vez que não vá aborrecer muito nossos fãs, mas vai nos colocar aparte desses carinhas que estão sendo contratados na MTV? '". Musicas como "Too Much" e "Therapy" com certeza são um grande passo para alcançar esse objetivo. Mas isso não quer dizer que o All Time Low vai abrir mão do seu jeito bobalhão. O primeiro single oficial "Damned If I Do Ya (Damned If I Don't)" tem um estilo power-pop, cheio de gritos usados como back vocal e a menções de shots de tequila. É o tipo musica que anima a festa e uma prova de que, mesmo tentando crescer como banda, o ATL não tem medo de continuar escrevendo musicas repletas de bobagens quando for preciso. "Nós sempre fomos uma banda na qual a imagem e a atuação o palco estão baseados em no fato de não nos levarmos muito a sério, mas nunca escrevi nada tentando ser engraçado. Eu não considero nossa musica uma piada. Nós com certeza não somos o Bowling For Soup." Gaskarth disse. "As pessoas nos julgam, mas, para ser honesto, nós meio que nos julgamos também. Nós tentamos desconsiderar isso e na maioria das vezes nós conseguimos, mas as criticas tendem a se perder nas nossas piadas idiotas e toda a merda em que essa banda se focaliza." |